Blog da Juventude

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Por Willian Nelson

Postado em 10/08/2021 15:43

Vícios de linguagem podem custar uma vaga de emprego no Brasil

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Vícios de linguagem podem custar uma vaga de emprego no Brasil
A leitura pode corrigir tanto a escrita quando o falar.

Os vícios de linguagem são expressões ou construções linguísticas contrárias às regras da gramática normativa. Esses vícios ocorrem devido à falta de atenção do enunciador ou de seu desconhecimento da norma culta, seja durante a fala ou a escrita. Foi realizado um levantamento no primeiro semestre de 2020,por profissionais de RH de quatro grandes empresas no Brasil, nota-se que 68% dos entrevistados não conseguem passar da primeira fase de um processo seletivo devido a sua baixa pontuação, seja comportamental ou escrita.

Para além da língua escrita, a oralidade também precisa estar adequada, pois falar equivocadamente mancha a imagem durante entrevistas ou dinâmicas de grupo. Dependendo do caso, tropeços do portugês, seja oralmente, seja por escrito, podem levar à eliminação de um processo seletivo. Se expressar com vícios, seja na escrita de uma redação ou na fala, pode ser fatal e custar aquela vaga de emprego tão sonhada. Nas plataformas digitais temos o tão famoso “corretor”, mas na vida real, somos nós que nos corrigimos, aplicamos os acertos e conseguimos a melhor forma de expressão na linguagem.

Esses erros são igualmente perigosos, colocam em risco não só a sua reputação, mas apresentam a empresa que este colaborador não está pronto para tal função. Por isso, podem contar pontos (negativos) para uma contratação, é o que revela Daniela Araújo, gerente de RH da consultoria Véli, em Brasília. Dependendo da empresa, consideram a língua escrita um quesito eliminador até para vagas operacionais. Neste período de desemprego em alta, os candidatos a uma vaga de emprego devem ter disposição para leitura, escrita com correção, pois sabe que este é um valioso ponto positivo em tudo, seja na empresa, seja num concurso ou até mesmo na vida social.
 

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