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Postado em 28/04/2017 09:40

5 dicas de como emagrecer sem gastar dinheiro! 💸

Quando se começa a pensar em dieta, reeducação alimentar, logo vem o pensamento: 'nossa, é tudo muito caro', 'não tenho dinheiro pra academia!', e quem foi que disse que precisa de muito para começar? Coloca um tênis, dá uma volta na praça, no quarteirão, tem escada na sua casa/prédio? APROVEITA! Faz 10, 15 ou 20 minutos só, mas faz! SEM DESCULPAS! 👊

Geralmente eu filmo lá na 'história' do meu Instagram pessoal ( instagram.com/eualexafarias ) alguns exercícios que te ajuda a perder peso sem gastar um só centavo, esse da foto levei 15 minutos de escada e uma volta no quarteirão para me deixar pingando de suor e com a coxa tremendo 😂, utilizei um app 📲 gratuito que contabilizou a queima de 155 calorias 🔥, agora você imagina se eu tivesse feito 1 hora? Mas é assim mesmo, comece aos poucos você também.

Para ajudar vocês, deixo 5 dicas que foram primordiais pra que eu voltasse à minha rotina saudável (comecei a minha dieta no domingo de páscoa, já pra provar pra mim mesma que eu consigo sim resistir 😉):

1. Comece um diário alimentar 📒: É preciso ser honesto consigo mesmo aqui para que o diário alimentar seja realmente útil para você, é fundamental anotar com sinceridade tudo o que consumiu durante cada dia.

2. Aprenda a ler as tabelas nutricionais 🗒: As informações contidas ali são de ouro para quem deseja controlar o peso. Isso porque além de fornecer dados sobre as quantidades de colesterol, fibras, gordura, proteínas, carboidratos, vitaminas, sódio e outras substâncias, a tabela nutricional também informa quantas calorias por porção você ingere ao comer o alimento. E para quem não quer exagerar no consumo diário de calorias, isso não pode passar batido (Procure um nutricionista para melhor te orientar!)

3. Controle o tamanho das suas porções 📝: Para controlar a porção dos alimentos que ingere, passe a usar a quantidade indicada na embalagem dos produtos. Quando essa informação não for disponível, tente diminuir o tamanho dos pratos que utiliza ou experimente simplesmente servir uma quantia menor de comida.

4. Use um aplicativo gratuito para contar suas calorias 📱: Esse tipo de registro ajuda a controlar a alimentação e conhecer melhor a própria rotina durante as refeições.

5. Corte as calorias que vem das bebidas 🔪: Uma vez que você começou a traçar os alimentos que consome e o número de calorias que ingere, você pode chegar a conclusão que precisa diminuir a quantidade dessas calorias consumidas. Um jeito mais simples e menos doloroso de fazer isso é reduzindo a quantia das calorias obtidas por meio de bebidas.

📍 Tem receitas lá no BLOG que vão te ajudar a emagrecer saudável e manter o bolso intacto 😉💪.

  

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Postado em 24/04/2017 17:05

Reeducação alimentar: vida saudável a um clique!

Olá, eu sou Alexa Farias blogueira e cozinheira fitness, tenho 25 anos e sempre fui gordinha toda a minha infância, em 2014 decidi mudar e emagreci 30 quilos em 1 ano e 3 meses, porém voltei a engordar em 2016. No dia 16 de abril de 2017 decidi que não queria mais ser gordinha e criei o EU ENJOEI DE SER GORDA para me motivar e ajudar a quem precisa de motivação e umas receitas bem gostosas pra conseguir se manter saudável. Vem comigo!

A primeira receita que eu aprendi na minha reeducação alimentar foi uma panqueca, então lá vai: #panquecaFitdaLé 😊😉🍴.

✔1 ovo
✔2 colheres de chá de maisena
✔1 pitadinha de sal (eu não coloquei)
✔1 pitadinha de orégano

✅ Bate tudo em um recipiente com um garfo e depois joga a mistura em uma frigideira pré aquecida (não precisa untar, por conta do ovo a panqueca vai soltar muito fácil do fundo da panela)

Está pronta sua panqueca fit, agora é só rechear usando ricota, queijo branco/minas ou até mesmo peito de perú.

  

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Postado em 22/04/2017 00:58

Delações sem contrapesos

O jurista e jornalista Rui Barbosa, em uma conferência sobre “Imprensa e Dever da Verdade”, editada na década de 20, afirmou que “a imprensa é a vista da Nação. Uma vida sem vista, é uma vida no escuro, é a morte em vida”. A imprensa livre, democrática e compromissada com a ética é a garantia de uma sociedade suficientemente informada para formar opiniões e julgamentos justos.

O compromisso de informar é irmão siamês da responsabilidade. E a responsabilidade caminha necessariamente atrelada a um jornalismo sério, livre e ciente de que o princípio de pesos e medidas deve nortear a forma como os fatos são abordados.

Rui Barbosa alertou que quando a imprensa falha, “em vez de ser os olhos, por onde se lhe exerce a visão, ou o cristal, que a clareia, é a obscuridade, onde se perde, obstando-lhe a notícia da realidade, ou não lha deixando senão adulterada, invertida, enganosa”.

Nas últimas semanas, vivi as consequências de algumas dessas falhas. Por força de mais um vazamento criminoso ao longo das investigações da Lava Jato, foram tornadas públicas as delações de mais de setenta executivos da Odebrecht, cujas palavras criaram uma tormenta no noticiário e uma criminalização da política, sem distinções e contrapesos.

Meu nome aparece em alguns desses depoimentos. E isso foi exaustivamente lembrado pela imprensa. Algo comum para um homem público, não fosse a abordagem seletiva feita por setores da imprensa, omitindo o contexto em que os delatores se referiam a mim.

A ressalva de que nunca fui a encontros e que não trataram absolutamente nada comigo aparece inúmeras vezes nos depoimentos gravados, mas não nas reportagens sobre o assunto ou nos trechos selecionados para divulgação. É preciso assistir a todos os registros audiovisuais disponíveis para contextualizar as citações corretamente.

Além disso, há ainda uma tentativa desesperada dos delatores – que tentam auferir regalias – de fazer conexões absurdas entre a atuação parlamentar e o financiamento legal das campanhas políticas. Um exemplo disso é a relação entre meu apoio à MP 579/12, que estendia o prazo de fornecimento de energia para as empresas eletrointensivas do Nordeste, e a doação eleitoral feita para a campanha do governador Renan Filho dois anos depois. Apoiei a proposta porque o aumento do custo energético poderia fechar empresas, aumentar o desemprego e reduzir a arrecadação dos estados nordestinos. Como senador, é meu dever atuar em defesa dos interesses de Alagoas e do Nordeste, e foi isso que fiz. A proposta foi aprovada em 18 de dezembro de 2012 pelo Senado.

Em 2014, o então deputado federal Renan Filho foi candidato ao governo e recebeu doações para a campanha de algumas empresas, entre elas a Braskem. Uma doação legal, declarada, como prevê a Lei Eleitoral. Que relação teria isso com meu apoio, anos antes, a uma proposta que interessava ao meu Estado? Para qualquer pessoa disposta a estabelecer a conexão de fatos, fica evidente que não há relação alguma. Mesmo assim, serei investigado por isso.

Em outros casos em que meu nome aparece, os delatores fazem apenas deduções. Dizem “ter entendido” que terceiros falavam e negociavam em meu nome e, por isso, “teriam concluído” que eu seria beneficiário de repasses ilegais. Percebo que há graves omissões nos termos de declarações, quando comparados ao teor integral do que os delatores dizem sobre mim. Se a imprensa é, como bem disse Rui Barbosa, a vista da Nação, não dá para negar o fato de que a sociedade tem enxergado a política de forma turva e generalizada. Quem ganhará com isso?

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  • Claudio Em um país serio esse cidadao ja teria sido julgado e preso a muito tempo, inclusive com alguns aliados que de alguma forma tambem usufruem da pilantragem com o dinheiro publico.
  • JOSE MARIA PESSOA DE MELO Exmo. Sr. Senador da Repùblica, Renan Calheiro, por que Sua Exa. nao insufla uma campanha no sentido de indagar o povo sobre a lmplantaçao da "PENA CAPITAL" no pais.v Agradeço à vossa atençao, subscrevo-me cordialmente: Josè Maria Pessoa de Melo
Postado em 19/04/2017 08:54

Resquício da fé no bolo do absurdo?

Os sonhos e seus mistérios fazem parte do mundo ordinário no qual tudo pode acontecer, o imaginável e o inimaginável. Glaucon, talvez por sugestão do entardecer quando a sós costuma fazer reflexão sobre a vida, sonhou que estava na sala de aula aguardando o professor Dellanina, titular da cadeira de filosofia. Ao entrar, foi direto para o quadro e escreveu duas palavras: caos e ressurreição. Dirige-se em seguida para a turma e diz que com os dois ingredientes eram destinados a um bolo para a confraternização do fim do ano letivo. Para que crescesse belo e apetitoso aos olhos, entregou o fermento chamado de tortura inquietante da imaginação infernal. Ao sair para apanhar as bebidas, ordena que iniciem os trabalhos.

 Glaucon, com a mão no queixo, abismado e incrédulo continuou sentado. Como se pode fazer bolo de uma abstração? O professor extrapolou os limites do exótico. Percebe o cenário de uma cozinha onde seus colegas se encontram. Vê que dois maceravam os ingredientes. Atingindo o ponto, começam a pô-lo na forma, processo que se repete á exaustão, vez que quando se repete, transforma-se numa espécie de gêiser fumegante, jogando pedaços para o ar. Abobalhados, correndo de um lado para o outro, queriam entender a causa do fenômeno. Cansados, desistem após chegarem à conclusão que seria impossível fazer o bolo pela incompatibilidade entre os dois componentes que naturalmente se repelem.

 O professor não retornou e Glaucon, após a desistência dos colegas que foram entregues ao eterno castigo de Sísifo, acordou perturbado. Como explicar tamanho absurdo? O sonho permanecia nos mínimos detalhes em sua memória. Esperou que o dia amanhecesse. Era um sábio. Encontrava-se em sua casa de praia. Tomou café com o palpável, visível e gostoso bolo de macaxeira. Às dez e meia, sol abrasador, estava na hora de sentar-se à mesinha para apreciar a grandeza e incansável beleza do mar. Estava a sós naquele momento, apenas na companhia de uma geladíssima. Tomou a primeira com indisfarçável prazer do autêntico apreciador. Na segunda, com o olhar perdido na observação das ondas na sua incessante luta contra a terra, o sonho não saia de sua cabeça. Começou a perguntar-se sobre o seu significado. Como entender tamanha esquisitice de se propor a feitura de um bolo com os ingredientes do caos e da ressurreição? Por que o indispensável fermento denominado “tortura inquietante da razão infernal? ”Provavelmente quisesse significar a agonia, a aflição mental do homem para desvendar os mistérios e a desagradável sensação de derrota. Por que, ao ser levado para o forno o bolo se transformava em algo parecido com um gêiser, desmanchando-se e jogando pedaços para o ar? Provavelmente quisesse revelar que se repelem pela incompatibilidade entre o caos e a ressurreição.

 Bem, continuou a refletir, admitindo que se tudo surgiu no meio do nada, a ressurreição, vida que retorna com a fé de sua eternidade, não suporta a ideia de voltar ao nada. Inútil inconformismo. Acontece que na condição de opostos os dois conceitos, naturalmente que estão e estarão sempre se encontrando enquanto vida existir. Nesse sentido, há em nosso mundo interior, como herança, uma inesperada e inexplicável nostalgia do caos, como disse Albert Camus, que precedeu a criação ordenada do universo. Por outro lado, há de se entender, a vida em seu transcurso não se dá em linha reta, mas em círculo como acreditava Pitágoras e posteriormente Schopenhauer em sua teoria do eterno retorno.

 De outro lado, sempre ensimesmado, por mais que queira a fé na pureza de sua definição exposta por São Francisco de Assis, hostilizando a razão para os que querem espalhar a mensagem de Cristo e a comunhão direta com o divino, não dá, racionalmente, como acreditar na ressurreição. Não bastasse a constatação de que a vida eternamente se alterna com a morte, convém atentar para o mundo antigo e a realidade atual. Quando João Batista já alterava o homem para os últimos dias que se aproximavam, era até admissível acreditar, com a mentalidade da época e com uma população rarefeita, em ressurreição e Juízo Final. Era resultado de uma pobre mentalidade da época, totalmente a ela restrita, sem uma mínima visão do futuro a longo prazo.

 Basta! Bendito bolo do absurdo. Assim encerrou Glaucon suas considerações, permitindo-me esse curioso e inesperado passeio pelo mundo do abstrato. Sempre fui uma pessoa de fé, vendo nela uma mistura de enigmático com uma tocante e encantadora inocência de alcançar uma hipotética graça celestial. Será que o dispara-te desse sonho do bolo absurdo não revela um resquício do inconsciente de uma luta que persiste entre o passado de fé e a vitória do agnosticismo que em mim se firmou?
 

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Postado em 24/03/2017 17:42

Considerações de um delator premiado

Ilustração
Considerações de um delator premiado

 Como estou a sentir-me? Será que o meu gesto poderá posicionar-me como um homem de coragem, como um patriota e gari ora preocupado com a limpeza moral do Brasil, ou simplesmente como um covarde delinquente? Apesar do que possam pensar, impossível deixar de refletir no curso de minhas reflexões as consequências dos meus atos e reflexos na minha reputação perante a opinião pública. Vivo, depois de enquadrado como corrupto e delator, uma terrível dúvida e inquietação existencial. Será que a minha delação, com as demais, estará fincando uma bandeira histórica de combate sem trégua a corrupção para fazer do Brasil um país respeitável? Terei condição com a minha confissão, o direito de sentir-me aliviado e a sensação de uma consciência tranquila como se tivesse remido todos os meus pecados? Será que perdida minha credibilidade do passado terei condições de recuperá-la ou, uma vez perdida, perdida está para sempre?

Se fui corruptor é porque me vi cercado por uma corja de políticos corruptos ávidos por trocas de favores mútuos. Levando-se em conta a fragilidade do homem, somente poucos podem resistir à tentação do lucro rápido e fácil. Infelizmente, não fiz parte dessa ínfima exceção em termos de Brasil. Um Brasil de portas escancaradas para a corrupção, vez que na condição histórica de um país sui generis e surrealista no qual quem tem a obrigação de zelar pelo bem público e exercer com probidade suas funções, as inverte para buscar o interesse próprio. Quem resiste a tantas facilidades? Sou assim, um produto do meio, e como tal, independente da delação, não seria aceitável uma redução da minha pena? Que culpa tenho se sou uma vítima formada na permissividade das condições que estimulam a gatunagem?

De vez em quando, entre amigos a conversar sobre as coisas do Brasil, perguntávamos qual, entre os três poderes, era o mais corrupto. Sem unanimidade a respeito, fiquei com o legislativo por meio do qual eram tramadas as barganhas. Percebo hoje como é deveres lamentável que o cidadão brasileiro, cercado por generalizados desmandos nas esferas da administração pública, não possa encontrar, no meio de seus escombros, uma réstia de otimismo e esperança. Não podemos, eternamente, permanecer nessa monótona lamentação sobre um Brasil sem salvação por não dispor e continuar arredio às boas instituições. Felizmente, com as investigações da lava-jato, vislumbramos, a propósito, um país que começa a limpar e arrumar suas mazelas, fazendo uma histórica demarcação entre o Brasil de ontem, hoje e o que será amanhã, seguramente bem melhor.

Mas, apesar desse trabalho de depuração do país, uma dúvida tem me assaltado a respeito da pureza moral da delação premiada. Podemos compará-la a uma água limpa e cristalina para o fim a que se propõe? Parece-me que ela é poluída com a água de banheira em uso, isto é, quanto mais limpa, mais se suja. A delação é imoral e o delator, no mesmo nível, não passa de um covarde. Não nego, em mim, essa vergonhosa condição. Afinal de contas, não fui coagido a fazê-la, não fui suplicado e muito menos corria o risco de morrer. A diminuição da pena não a justifica, a não ser a quem não tem o mínimo de caráter e honradez. A verdade é que a delação premiada, amparada na lei do menor esforço, não passa de uma perversão moral, legalizada para suprir a preguiça e a deficiência de inteligência investigativa para a elucidação dos delitos.

Que posso fazer? Resta-me apenas o arrependimento e o íntimo conforto de uma confissão que me traga a paz de espírito. Estigmatizado de corrupto, já não me pesa suportar, como acréscimo de minha biografia, a alcunha de vil alcagueta e covarde delator.
 

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